quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Proclítica (ou Do bom erro.)

Me escreva sobre o dia de amanhã
Me carregue pra onde o mar goteja
Não esconda-me dos beijos desejados
Traga a flor do dia que ela almeja

Tal qual vidro de infame transparência
Te apresento meus anseios mais perversos
Meu olhar fita vazio de imagens
Não são teus os contos mais dispersos

:

Trate de meu toque respeitar
Sendo vento, qual leve brisa irei voar
E sentir tua voz em minhas pernas

Não emprego meu pensar à tua causa
Tua música é mais que sonho à minha alma
Minhas unhas buscam firmes teu jardim


Laís Leite

7 comentários:

crap disse...

porque nao importa se vc dize do jeito certto ou do jeito errado, gramaticalmente falando, o importante é falar o que se tem a falar.

Sarinha disse...

Amei, Lah! :D
Serio, muuito lindo!

"Não emprego meu pensar à tua causa
Tua música é mais que sonho à minha alma
Minhas unhas buscam firmes teu jardim"

que liiiiiiiindo!
:*!

Mário da Mata disse...

Vou dizer que algumas partes ficaram um pouco confusas pra mim, não sei bem se entendi a intenção do poema ou se sua finalidade é a expressão em caráter puro, mas certamente você conseguiu construir um quadro muito massa bem psicodélico bem imagens maravilhosas. O mar gotejante (=D) os anseios mais perversos as unhas buscando o jardim... Agora a frase mais do mal é sem dúvida: Sentir tua voz em minhas pernas OO tchaaaaaaaaaaa.
essa foi top.
Bjão la.

Erick Júlian de Medeiros Feitoza disse...

achava que era só eu que tinha gostado do mesmo que sarinha; isso me dá vontade de morder AHUDHSUDASHUDAS

Lah. disse...

moordeer!?
oO

Erick Júlian de Medeiros Feitoza disse...

sim...
ashduasdsa morder;

Lah. disse...

=O