sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Dor

Não me olha de lado
Não me faz ver o lado que é só teu, não meu
Não me deixa nunca, nunca de lado
Lado meu, você

São as noites dos dias comuns que mais doem, eu sei
São os dias das noites severas que buscam respostas
São palavras cuspidas, gritadas, que buscam ouvidos
São imagens nunca detalhadas, traços sem sentido

Mas de tua boca não sai verso disfarçado
Tu te mostras como és aos meus sentidos
Mas eu te peço, não me cale não-verdades
Pois é do ato que se fazem os gemidos



Laís Leite

5 comentários:

Pet disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mário da Mata disse...

Vou fazer o mesmo comentário msnistico. O senhor seu pai tem razão, esse finalzinho ficou bem... beeeem....beeeeeeeeeem pornôzinho. Parece que eles passaram as noites dos dias comuns e os dias das noites severas fazendo muitos atos que se fazem com gemidos... hehehehe Enfim, o poema tá massa e eu gostei mais das palavras cuspidas, gritadas que buscam ouvidos. Bjo bjo

crap disse...

"é do ato que se fazem os gemidos"

e não só do ato, mas de vários atos que se fazem os gemidos...

Nelson disse...

altamente sensual, esse poema.


shaiushauishuaishuiahsiuahsiuashiua

eu gostei. muito. mas ficou preocupado com você.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

beeijo!

Lah. disse...

pobre poema meu que não pode apresentar uma só palavrinha com duplo sentido que todo mundo compreende pelo pior deles =P